01/10/2014

Assistidos em Setembro!



1. Livrais-nos do Mal - Eu confesso que assisti esse filme sem botar muita fé, porque eu tenho me decepcionado muito com os novos filmes de terror que vem sendo lançados (exceto Invocação do Mal). Mesmo assim, decidi arriscar!
Bom, não achei terrível nem excelente. É um filme razoável, com uma história que consegue te prender e te dar alguns sustos, porém nada de muito inovador. A trilha sonora foi o que eu mais gostei, pois: The Doors (amo!)


 2. Lucy - Antes de assistir esse filme, eu saberia que não iria me arrepender. Vi o trailer umas 500 vezes e achei a história bem original. Sem contar que assim, com Scarlett Johasson é meio impossível você se decepcionar, porque eita mulher maravilhosa!
Esse foi o tipo de filme que me fez questionar e refletir sobre a mente humana, e posso dizer que apesar de algumas pessoas o acharem bem viajado, eu entendi a mensagem que ele queria passar e tudo fez sentido. 
Pelo menos pra mim, né? hahaha
Enfim, recomendo e muito!


3. Azul é a cor mais quente - Demorei um tempinho pra assistir esse, porque apesar de ter muitos comentários positivos sobre, achei que seria mais um filme superestimado.
Na verdade, arrisco dizer que esse filme é uma relação de amor e ódio. Ou você detesta ou você ama.
E eu amei! A fotografia é incrível, as cenas de sexo são escrachadas sim, mas não enxerguei como algo escandaloso, e a trilha sonora é puro amor. As atuações são espetaculares, a forma de entrega de ambas deixam o filme mais natural possível, e eu acabei amando a Adele, gente. Sério. Ela comendo macarrão é ó: 10 hahahaha
E falando em macarrão, só eu que senti uma vontade enorme de bater aquele prato de macarronada o filme inteiro?


4. Aconteceu em Woodstock - Ai gente, esse filme é tão gostoso de assistir. Sério. Amei, amei, amei.
Basicamente retrata como funcionou o festival de Woodstock através dos bastidores.
Eu me pergunto como demorei tanto pra assisti-lo, e também me pergunto o porquê de ter nascido na época errada hahaha
Só achei que o filme poderia ter explorado mais a parte dos cantores que fizeram parte desse movimento, de resto, muito bom!

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